domingo, 30 de agosto de 2009

Uma noite comum

Uma noite vista em um canto desta casa fico só, uma sensação de abandono com um silencio que torna o simples som de um insecto batendo na lâmpada um estrondo inacreditável; O relógio ao som do tique daqui fraco em uma parede velha uma porta que range ao bater do vento, a sombra tenebrosa que a mangueira faz na janela do meu quarto tudo fica tão estranho, de repente algo vem como um estrondo algo que parece ter vindo da ruas uma forte frenada de altomovél e logo o silencio volta e nada mais acontece a não ser o som do meu tc cansado os meus olhos querendo fechar.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

As flores estão no quintal de longe percebo o dia triste de tom cinza, isso me sufoca a sensação do abandono vem em sentimentos que eu não consigo perceber de perto, ao longo do tempo que vem a dor! Eu não me agarro em passado, por que parece que tudo foi para o caminho errado? Não sei nem onde estou, apenas sei que perdido em um caminho triste, em verde gramas percebo o longo caminho ficar da cor do sol, o tempo passar e logo a claridade que vem do tom cinza surge um amarelo brilhante e a ansiedade não cessa. O tempo sem perdão continua a passar e logo a noite cai, vem a sensação de alegria sai um senario e entra outro, em turbilhoes de sensações. Quando tudo vai acabar? Nada sei, não vai acabar esta apenas começando o dia e longo e triste, mas a noite vem para acaricia minha pele, mas percebo que tudo passa e vem tudo a tona e tudo não é nada apenas ilusão que possa mudar e nada acontece.